sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

só mas um post por hoje...

segue dois trechos muito bons do filme 'the Watchmen'

Opening Credits

Comediante morte

acabei por me apaixonar...


15:57

Pequenas gotas geladas batendo eu meu rosto, botando abaixo toda a quentura dessa local frio. Foram três segundos interrompidos pelo tocar do telefone, mas foram os três segundos que hoje eu precisava. Guardar a chuva para que?!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O vento sopra pequena parte de meus cabelos, o restante é impedido devido a porta estar um pouco fechada. Ver eu consigo.
Está ventando bastante lá fora, posso até sentir o cheiro da chuva a se aproximar. Os minutos que se vão fazem da necessidade de sair ainda mais gritante.
Minha dor de cabeça atormenta a idéia de que muito há de se fazer da vida. O que fiz até o momento não se pode dizer que foi errado, mas adiante as coisas precisam ser diferentes pois não irei agüentar a culpa de não existir.
Cada sorriso tem sido um codinome para minha solidão. Esta que eu mesma me enfiei e da qual não sei se pretendo sair.

Os minutos se vão, ainda tenho que ir ao banco.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

dois mil e nove!

  Mas um ano acabando e eu ainda não consigo distinguir com facilidade ‘mas’ de ‘mais’. 2009 foi (tem sido, ainda não acabou) um ano que me rendeu muitos cabelos brancos. Passei a me preocupar um pouco mais com as questões financeiras de casa, continuo tendo que desenvolver o meu ‘dom’ de me esquivar de brigas. Afinal, sempre sou o ouvido amigo de ambas as partes o que acaba fazendo com que eu escute coisas não muito agradáveis, que não posso repetir para o outro lado para não aumentar a discórdia. Não gostaria nunca de ouvir que tal situação explodiu de certa maneira porque eu plantei a sementinha. Prefiro ficar quieta, quase que inexistente. Apenas escutar.
  Bom, aprendi também que existem vários caminhos de chegar onde deseja. Estes caminhos estão ai para serem explorados. Onde eu quero chegar eu ainda não sei, mas algumas coisas começam a ficar mais claras na minha cabeça. As idéias começam a se encaixar. Quero poder trabalhar com liberdade, ser dona de 65% (ou mais) do meu tempo. Quero cozinhar, quero fotografar, quero decorar, quero empreender o meu próprio negocio. Vou colocar uma fotinho dele neste blogg, ou em algum próximo, pois não sei quanto tempo isso irá demorar a se realizar.
  Uma coisa que estou lutando para aprender, acredito que esteja desenvolvendo um pouco mais este ano, mas ainda não chegou onde pretendo, é a intensidade de meus relacionamentos. Não sei se de fato é assim, mas eu tenho a impressão que sou uma daquelas pessoas “descartáveis”, estou junto, sou agradável quando estou junto, mas se não estou ninguém sente falta. Não sei se ficou claro o que estou querendo expor. Acho que devido ao fato de eu gostar de me preservar, ou até mesmo o medo de  falar besteira, por eu ser quieta demais acabo não sendo a companhia favorita das pessoas (nem dos animais), eu até gostaria de ser, mas se não for também não faço questão. Pode ter certeza que sincera eu serei.
  Em casa, humanamente falando, foi tudo bem durante este ano. Ontem eu estava pensando, o diálogo não é tão usado em casa em questão de coisas do dia-a-dia pessoal de cada um, é como se quatro, ou cinco pessoas completamente distintas morassem juntas e se dessem bem, o que é completamente surreal se tratando de tanto tempo. Deve ser por isso que se chama família. E que assim seja conservada por muitos e muitos anos, quiçá, séculos.
 Em uma era onde os conceitos estão pré-definidos e “unânimes” não é difícil que eles mudem, mas continuem “unânimes”.
  Quanto a minha cidade, literalmente, surgiram muitos buracos.
  Quanto ao meu país, boatos bons correm por ai, digo boatos porque se tratando de política até acho interessante, mas a preguiça de buscar a certeza fala mais alto. É até vergonhoso assumir isso, como estou me assumindo, devo assumir isto também.
  Mas agradeço, nasci na década de 80.