“Quem sente saudade é fraco, quem diz palavras gentis é bobo”.
Esse deve ser o lema das novas gerações. Quem tira mais com a cara do outro é mais cool (ou alguma outra nova gíria designada a palavra ‘legal’). Quem se mostra mais independente (Le-se ‘porra-louca’) é o que deve ser seguido, o ídolo.
Não descarto alguns méritos. A nova geração sabe mais o que quer, estão sendo mais sinceras consigo mesmas, são mais conectadas ao universo em que vivem e sabem lidar com o acesso fácil a informações, só não sabem o que fazer com elas.
Quanto a ideologia, os jovens estão cada vez mais unidos, cada vez mais rotulados, cada vez mais seguidores das mesmas coisas (não estou falando do Twitter) Fallow Me!
Outra coisa, mas esta não é exclusivamente das novas gerações. Cada vez mais, a cada nova evolução, a cada nova descoberta, o ser humano desaprende a ouvir.
Não basta escutar (tornar-se atento para ouvir)
Tem que ouvir (perceber pelo ouvido; obedecer a.)