Voar, correr, brincar... me mudar não, mudar para que? Gosto daqui.
Fazendeiros diferentes, um pouco esquisitos. Qual é o seu nome?
Eu sou explorador!
O reitor não nos deixa ler livros de aventura.
Amanhã eu prometo que vou trazer um sanduíche bem grandão para você
O seu pai é um homem bom? Você sente orgulho dele?
Adultos não sabem o que querem, o que eu quero é um pneu
Querem que a gente seja inimigos
Você já foi a algum velório?
Eu posso cavar, eu posso.
Podem me dizer a verdade, podem me esconder a verdade.
eu não vou cortar o meu cabelo.
Mãe, posso ir brincar no balanço? É minha ultima chance...
..... eu encontrei o seu pai Shmuel.
algumas coisas para rir, algumas coisas para saber, algumas coisas para chorar, algumas coisas para viver...
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Sim, tudo o que eu faço é falar de filmes!
Escola do Rock. (School of Rock - 2003.)
Seria bom, seria muito bom que todas as escolas dessem aula de rock. Não que isso vá salvar o mundo, mas ajuda a criar alguns conceitos que as gerações estão perdendo. O rock, antes de mais nada, é alegria, é energia, é uma forma pacificadora de reivindicar o que está errado, é gritar por ideais, clamar por mudanças. Neste fim de semana assisti ao filme School of Rock do ano de 2003. Há tempos queria ve-lo e só agora consegui. O filme é daquele tipo sessão da tarde que as vezes é tudo o que você precisa ver. É engraçado, muito engraçado, principalmente pelo ator Jack Black que está comico no papel do roqueiro revoltado Dewey Finn que foi expulso da banda que participava, No Vacancy. Os integrantes alegaram que Finn fazia-os passar vergonha com as performaces um tanto quanto exageradas. Pressionado pelo amigo Ned Schneebly, ou melhor, pela namorada do amigo Ned Schneebly que não aguentam mais a falta de dinheiro de Finn ele decide se por no lugar de Ned e dar aulas em uma escola primaria. Enfim, não é isso que vem ao caso. O fato é que, primeiramente os alunos e professor não se entendem de forma alguma, até que Finn descobre os talentos musicais dos alunos, que até então não haviam sido explorados de uma maneira , digamos, rock in roll. Finn tira a garotada do classico e os apresenta aos equipamentos eletronicos. Desse ponto em diante a compreensão entre professor, alunos, e até a megera diretora vai se moldando. Destaque para as performaces de Jack Black.
Assinar:
Comentários (Atom)